Engenharia
do Consenso

Um jogo interativo sobre como narrativas moldam a percepção pública.

“Você está prestes a entrar na máquina de fabricação de narrativas. Aqui, fatos podem virar slogans, dados podem virar armas e opiniões podem parecer inevitáveis. Sua missão é descobrir quando uma ideia está tentando pensar por você.”

  • Funciona offline
  • Sem login
  • Dados só neste dispositivo

Esta experiência integra o Ecossistema da Liberdade, projeto de Tellus Benjamin dedicado à investigação da autonomia, da consciência e das formas contemporâneas de servidão confortável.

Conhecer No Limiar da Liberdade na Amazon

Escolha sua incursão

Quatro portas de entrada

Do diagnóstico rápido ao estudo focado, cada modo usa o mesmo compromisso: examinar antes de reagir.

02

Imersão

Experiência completa

Vinte e cinco rodadas sorteadas do banco editorial completo com cem questões.

  • sem repetições
  • ordem embaralhada
  • perfil detalhado
03

Prática dirigida

Treino por módulo

Escolha uma habilidade específica e examine todos os itens disponíveis daquele módulo.

  • foco temático
  • feedback imediato
  • sem perfil com amostra curta
04

Referência

Biblioteca crítica

Conceitos essenciais para reconhecer o que uma mensagem faz antes de discutir o que ela diz.

  • leitura breve
  • oito conceitos
  • consulta livre

Compromisso editorial

Este laboratório não ensina o que pensar.

Ele treina a pausa entre estímulo e reação, aplicando o mesmo rigor a narrativas que confirmam ou desafiam suas preferências.

Prática dirigida

Escolha um módulo

O treino usa todos os itens disponíveis no módulo, sem repetição.

Controle local

Dados e backup

O arquivo JSON contém apenas o progresso e o último resultado deste navegador. Nenhuma informação é enviada.

Orientação de uso

Como funciona

  1. Escolha uma experiência. O Teste rápido sorteia 10 questões, a Experiência completa sorteia 25 e o Treino usa todas as questões do módulo escolhido. Não há repetição dentro da mesma sessão.
  2. Analise antes de confirmar. Leia o contexto, a pergunta e todas as alternativas. Depois de confirmar, o aplicativo mostra o crédito obtido e a explicação editorial.
  3. Entenda a pontuação. A resposta mais defensável recebe 100%. Alternativas parcialmente defensáveis podem receber 75%, 50% ou 25%; uma leitura incompatível recebe 0%. O crédito multiplica as dimensões avaliadas naquela questão.
  4. Leia o resultado como treino. O perfil resume apenas o desempenho da sessão e só aparece com pelo menos cinco respostas. Ele não é diagnóstico clínico, psicológico ou ideológico.
  5. Controle seus dados. Progresso e último resultado ficam somente neste navegador. Em “Dados locais” você pode exportar ou importar um backup JSON e apagar os dados. O relatório em PDF é gerado pela função de impressão do navegador.

Depois do primeiro carregamento completo, o aplicativo pode continuar funcionando sem conexão.

Transparência editorial

Transparência editorial

Os itens, alternativas, respostas e explicações do aplicativo Engenharia do Consenso foram criados como conteúdo editorial original do projeto. O app não reproduz, adapta ou resume obras de terceiros.

Seu racional se apoia em campos consolidados como lógica informal, teoria da argumentação, retórica, estatística crítica, psicologia cognitiva, comunicação social, propaganda, formação da opinião pública, tecnologia e sociedade.

A obra No Limiar da Liberdade: entre a servidão confortável e a luta pela verdade, de Tellus Benjamin, é a referência contextual do Ecossistema da Liberdade, ao qual o aplicativo pertence. O livro inspira o horizonte temático da experiência — autonomia, consciência, narrativas, tecnologia, pertencimento e liberdade —, mas não funciona como fonte direta dos gabaritos.

As referências bibliográficas listadas servem como base conceitual ampla para os temas trabalhados no aplicativo: falácias, premissas ocultas, enquadramento narrativo, manipulação estatística, pressão social, vieses cognitivos, propaganda e fabricação de consenso.

Conhecer No Limiar da Liberdade

Base conceitual ampla

Referências bibliográficas

As referências estão organizadas por campo temático e não constituem fontes diretas de questões ou gabaritos.

Referência contextual do Ecossistema

No Limiar da Liberdade

TELLUS BENJAMIN. No Limiar da Liberdade: entre a servidão confortável e a luta pela verdade. 1. ed. [S. l.]: Tellus Benjamin, 2026. E-book Kindle.

Obra de referência contextual do Ecossistema da Liberdade. O aplicativo dialoga com seus temas centrais — autonomia, consciência, tecnologia, pertencimento, narrativas, conforto e liberdade —, mas não reproduz nem substitui o conteúdo do livro.

01 Lógica, argumentação e falácias

ARISTÓTELES. Retórica. Tradução de Manuel Alexandre Júnior, Paulo Farmhouse Alberto e Abel do Nascimento Pena. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 2005.

COPI, Irving M.; COHEN, Carl. Introdução à lógica. 2. ed. São Paulo: Mestre Jou, 1978.

FIORIN, José Luiz. Argumentação. São Paulo: Contexto, 2015.

PERELMAN, Chaïm; OLBRECHTS-TYTECA, Lucie. Tratado da argumentação: a nova retórica. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2014.

TOULMIN, Stephen Edelston. Os usos do argumento. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2006.

VAN EEMEREN, Frans H.; GROOTENDORST, Rob. Argumentation, communication, and fallacies: a pragma-dialectical perspective. Hillsdale: Lawrence Erlbaum Associates, 1992.

WALTON, Douglas. Informal logic: a pragmatic approach. 2. ed. Cambridge: Cambridge University Press, 2008.

WESTON, Anthony. A arte de argumentar. Lisboa: Gradiva, 1996.

02 Retórica, linguagem e enquadramento narrativo

BURKE, Kenneth. A rhetoric of motives. Berkeley: University of California Press, 1969.

ENTMAN, Robert M. Framing: toward clarification of a fractured paradigm. Journal of Communication, Oxford, v. 43, n. 4, p. 51-58, 1993.

FAIRCLOUGH, Norman. Discurso e mudança social. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2001.

GOFFMAN, Erving. Frame analysis: an essay on the organization of experience. Boston: Northeastern University Press, 1986.

LAKOFF, George. Don’t think of an elephant! Know your values and frame the debate. White River Junction: Chelsea Green Publishing, 2004.

VAN DIJK, Teun A. Discurso e poder. São Paulo: Contexto, 2008.

03 Psicologia cognitiva, vieses e tomada de decisão

ARONSON, Elliot. O animal social. São Paulo: Gente, 2002.

CIALDINI, Robert B. As armas da persuasão: como influenciar e não se deixar influenciar. Rio de Janeiro: Sextante, 2012.

FESTINGER, Leon. A theory of cognitive dissonance. Stanford: Stanford University Press, 1957.

KAHNEMAN, Daniel. Rápido e devagar: duas formas de pensar. Rio de Janeiro: Objetiva, 2012.

TVERSKY, Amos; KAHNEMAN, Daniel. Judgment under uncertainty: heuristics and biases. Science, Washington, v. 185, n. 4157, p. 1124-1131, 1974.

THALER, Richard H.; SUNSTEIN, Cass R. Nudge: o empurrão para a escolha certa. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.

04 Opinião pública, propaganda e fabricação de consenso

ARENDT, Hannah. Origens do totalitarismo. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.

BERNAYS, Edward L. Propaganda. Brooklyn: Ig Publishing, 2005.

CHOMSKY, Noam; HERMAN, Edward S. Manufacturing consent: the political economy of the mass media. New York: Pantheon Books, 1988.

ELLUL, Jacques. Propaganda: the formation of men’s attitudes. New York: Vintage Books, 1973.

HABERMAS, Jürgen. Mudança estrutural da esfera pública: investigações quanto a uma categoria da sociedade burguesa. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2003.

LIPPMANN, Walter. Opinião pública. Petrópolis: Vozes, 2008.

NOELLE-NEUMANN, Elisabeth. A espiral do silêncio: opinião pública, nosso tecido social. Florianópolis: Estudos Nacionais, 2017.

05 Estatística crítica, dados e visualização

CAIRO, Alberto. The truthful art: data, charts, and maps for communication. Berkeley: New Riders, 2016.

HUFF, Darrell. Como mentir com estatística. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2016.

SPIEGELHALTER, David. The art of statistics: learning from data. London: Pelican Books, 2019.

TALEB, Nassim Nicholas. Iludidos pelo acaso: a influência oculta da sorte na vida e nos mercados. Rio de Janeiro: Objetiva, 2004.

WHEELAN, Charles. Estatística: o que é, para que serve, como funciona. Rio de Janeiro: Zahar, 2016.

06 Tecnologia, algoritmos e sociedade

LANIER, Jaron. Dez argumentos para você deletar agora suas redes sociais. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2018.

O’NEIL, Cathy. Weapons of math destruction: how big data increases inequality and threatens democracy. New York: Crown, 2016.

PARISER, Eli. O filtro invisível: o que a internet está escondendo de você. Rio de Janeiro: Zahar, 2012.

SUNSTEIN, Cass R. #Republic: divided democracy in the age of social media. Princeton: Princeton University Press, 2017.

ZUBOFF, Shoshana. A era do capitalismo de vigilância: a luta por um futuro humano na nova fronteira do poder. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2020.

07 Debate público, liberdade e democracia

MILL, John Stuart. Sobre a liberdade. São Paulo: Penguin Classics Companhia das Letras, 2017.

POPPER, Karl. A sociedade aberta e seus inimigos. Belo Horizonte: Itatiaia, 1974.

RAWLS, John. O liberalismo político. São Paulo: Martins Fontes, 2011.

TOCQUEVILLE, Alexis de. A democracia na América. São Paulo: Martins Fontes, 2005.

Nota editorial: as referências acima são apresentadas como base conceitual ampla. As situações, perguntas, alternativas e explicações do aplicativo são originais e foram elaboradas especificamente para a experiência Engenharia do Consenso.